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VOCAÇÃO E MISSÃO HOJE.

Esta publicação foi criada em: 02/08/2014.
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VOCAÇÃO E MISSÃO HOJE
DESAFIOS DA EVANGELIZAÇÃO
O mês de agosto concentra a atenção da Igreja no Brasil sobre a Vocação. O termo "Vocação" provém do verbo latino: "vocare", isto é, "chamar". Vocação é, portanto, um chamado. E quem chama é Deus! Em primeiro lugar para a existência: "Somos obra de Deus, criados em Jesus Cristo" (Ef 2,10). A criação do Universo e do Ser Humano é obra de amor de Deus. Nesse clima de amor, somos convocados a corresponder a este seu amor infinito para sermos realizados e felizes
Neste mês vocacional nos dedicamos à oração, reflexão e ação em to-das as comunidades, ao longo de suas quatro semanas:
• 1ª SEMANA: Vocação para o ministério ordenado, na memória litúrgica de S. João Maria Vianney, no dia 04 de agosto. O Senhor, que fez de São João Maria Vianney um pároco admirável por sua solicitude pastoral, acompanhe o ministério de nossos sacerdotes e a formação de nossos seminaristas do Seminário São José; seja força dos vocaciona-dos e suscite mais vocações em nossa Diocese e nas Congregações que aqui atuam. Em nossa peregrinação a Aparecida, rezemos por eles.
• 2ª SEMANA: Vocação para a vida em família, - Com o Dia dos Pais, no Domingo dia 10 de agosto, iniciamos a Semana da Família, com celebrações e orações pelos pais e suas famílias em nossas comunidades com muito entusiasmo, e também em Sessões nas Câmaras Municipais de nossas cidades.
• 3ª SEMANA: No Domingo dia 17 de agosto, celebra-se a Festa da Assunção de Nossa Senhora e se dá início à Semana das Vocações Religiosas. Celebremos pelos religiosos e religiosas, consagrados/as seculares.
• 4ª SEMANA: No Domingo dia 24 de agosto, celebramos o Dia das Vocações Leigas e tem início a Semana para os ministérios e serviços na comunidade. Rezemos pelos inúmeros serviços prestados pelos leigos e leigas em nossas comunidades (catequistas, comentaristas, coroinhas, missionários) e pelo grande leque de missões e atividades benemerentes na sociedade, nas escolas e no atendimento à saúde.
Tomando o Documento da CNBB: "Comunidade de comunidades: uma nova paróquia - a conversão pastoral da paróquia" , podemos ressaltar:
1. PARTICIPAÇÃO DOS LEIGOS - “Para que as comunidades possam ser bem servidas e crescer na fé, é necessário estimular a participação dos leigos nos diferentes ministérios e serviços. Para cumprir sua missão, os ministros precisam estar bem preparados com sólida formação doutrinal, pastoral, pastoral e espiritual. Os melhores esforços das paróquias precisam estar voltados à convocação e à formação dos leigos das comunidades, especialmente seus ministros” (nn. 306-308).
2. CUIDADO VOCACIONAL – “A Paróquia é, por excelência, o lugar do cuidado vocacional”, pois é nela que se fortalece a consciência vocacional da Igreja. No cultivo das vocações, o testemunho dos presbíteros, como guias do povo de Deus, é muito importante” (309-311)
Com a Exortação Apostólica: EVANGELII GAUDIUM , podemos refletir brevemente sobre alguns pontos que nos ajudam em nosso cuidado vocacional:
"A alegria do Evangelho enche o coração e a vida inteira daqueles que se encontram com Jesus. Quantos se deixam salvar por Ele e são libertados do pecado, da tristeza, do vazio interior, do isolamento. Com Jesus Cristo, a alegria renasce sem parar” (n. 1)
A alegria que se renova e comunica: "O grande risco do mundo atual, com sua múltipla e avassaladora oferta de consumo, é a tristeza individualista que brota do coração comodista e mesquinho, da busca desordenada de prazeres superficiais, da consciência isolada.Quando a vida interior se fecha nos próprios interesses, deixa de haver espaço para os outros, já não entram os pobres, não se ouve a voz de Deus, não se goza da doce alegria do seu amor nem fervilha o entusiasmo de fazer o bem" (n.2).
Encontro pessoal com Jesus Cristo: "Todos os cristãos, em qualquer lugar e situação que se encontrem estão convidados a renovar hoje mesmo o seu encontro pessoal com Jesus Cristo ou, pelo menos, a tomar a decisão de se deixar encontrar por Ele, de procurá-lo dia a dia, sem cessar. Não há motivo para alguém poder pensar que esse convite não lhe diz respeito, já que "da alegria trazida pelo Senhor ninguém é excluído" - citação de Paulo VI (n. 3).
Estes pensamentos e convocações nos impressionam sobremaneira! Francisco nos anima ainda a uma “Pastoral em conversão”: “Espero que to-das as comunidades se esforcem para atuar os meios necessários para avançar no caminho de uma conversão pastoral e missionária” (n. 21). “Sonho com uma opção missionária capaz de transformar tudo, para que os costumes, os estilos, os horários, a linguagem e toda a estrutura eclesial se tornem um canal proporcionado mais à evangelização do mundo atual do que a autopreservação” (n. 27).
“Cada Igreja particular, porção da Igreja católica sob a guia de seu Bispo, está, também ela, chamada à conversão missionária” (n.30). “O Bispo deve favorecer sempre a comunhão missionária na sua igreja diocesana, seguindo o ideal das primeiras igrejas cristãs, em que os cristãos tinham uma só alma e um só coração” (At 4,2) (n. 31). “Dado que eu sou chamado a viver aquilo que peço aos outros, devo pensar também numa conversão do papado: permanecer sempre aberto às sugestões tendentes a um exercício do meu ministério que o torne mais fiel ao significado que Jesus Cristo pretendeu dar-lhe e às necessidades atuais da evangelização” (n. 32).
A PREGAÇÃO DA PALAVRA – “O pregador deve ser o primeiro a desenvolver uma grande familiaridade pessoal com a Palavra de Deus: não lhe basta conhecer o aspecto linguístico ou exegético, sem dúvida necessário; precisa chegar perto da Palavra com o coração dócil e orante, a fim de que penetre a fundo em seus pensamentos e sentimentos e gere nele uma nova mentalidade” (n. 149). “Quem quiser pregar, deve primeiro estar disposto a deixar-se tocar pela Palavra e fazê-la carne na sua vida concreta” (n. 150).
Á ESCUTA DO POVO – “O pregador deve também pôr-se à escuta do povo, para descobrir aquilo que os fiéis precisam ouvir. Um pregador é um contemplativo da Palavra e também um contemplativo do povo. Desta forma, descobre “as aspirações, as riquezas e as limitações, as maneiras de orar, de amar, de encarar a vida e o mundo, que caracterizam este ou aquele aglomerado humano, prestando atenção ao povo concreto com seus sinais e símbolos e respondendo aos problemas que apresenta” (n.154).
MARIA, A MÃE DA EVANGELIZAÇÃO – É a Estrela da nova Evangelização, Maria é a mulher de fé, que vive e caminha na fé e a sua excepcional peregrinação da fé representa um ponto de referência constante para a Igreja. Ela deixou-se conduzir pelo Espírito, através do itinerário da Fé, rumo a uma destinação feita de serviço e fecundidade. Hoje fixamos nela o olhar, para que nos ajude a anunciar toda a mensagem de salvação e para que os novos discípulos se tornem operosos evangelizadores” (n. 288).
Virgem e Mãe Maria,
Vós que, movida pelo Espírito,
Acolhestes o Verbo da vida
Na profundidade da vossa fé humilde,
Totalmente entregue ao Eterno,
AJUDAI-NOS A DIZER O NOSSO “SIM”
Perante a urgência, mais imperiosa do que nunca,
De fazer ressoar a Boa Nova de Jesus.
Mãe do Evangelho vivente, manancial para os pequeninos,
Rogai por nós,
Amém, Aleluia!
Dom Jacyr Francisco Braido, CS
Bispo Diocesano de Santos




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