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COMUNHÃO DE AMOR NO CASAMENTO

Esta publicação foi criada em: 07/06/2014.
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No Regime de “Comunhão de Bens”, o patrimônio passa a ser um só: o que é de um é do outro também. Confluência de interesses COMUNHÃO DE AMOR.
E como seria a COMUNHÃO DE AMOR? Duas pessoas que se conheceram há algum tempo resolveram ser uma só vida e, diante de Deus, e da Igreja, da comunidade e da sociedade em geral, unem-se no Sacramento do Matrimônio, por amor.
O AMOR purifica os sentimentos, põe de lado os defeitos, alegra o semblante, perdoa ilimitadamente; não é ciumento, sai de si, volta-se para a felicidade do outro.
Felicidade é fazer o outro feliz: COMUNHÃO DE AMOR. Nada, absolutamente nada deve perturbar a paz do AMOR. O AMOR do casal deve estar blindado contra as investidas que o mundo prepara para destruir a felicidade conjugal.
Na COMUNHÃO DE AMOR a praga ciúme não pode entrar. (Entrando o ciúme sai o amor).
A sociedade tem, por vezes, inveja de um casal que se ama, que irradia felicidade e vive em COMUNHÃO DE AMOR. Os meios de comunicação social, com frequência, destilam veneno nesses casais.
COMUNHÃO DE AMOR espiritualiza a comunhão de bens. Quanto mais tempo passa, mais esse amor vai aumentando, chegando-se a sofrer com o sofrimento da pessoa amada.
COMUNHÃO DE AMOR é conversar para chegar à solução. É não impor um ponto de vista, mas expô-lo com franqueza. É viver eternamente apaixonado. Quando houver falhas, o diálogo é a melhor solução. Não se pode dormir sem se dar o perdão, sob a pena de ferir o amor.
Não é utopia, é um ideal a ser atingido. Cada dia vamos subindo nessa escada do amor; um dia estaremos firmes e fortes e nada destruirá esse amor solidificado, essa COMUNHÃO DE AMOR.
Casal que reza unido permanece unido. Cristo que os uniu os manterá unidos. Casal que se atola em novelas e em internet, prazeres passageiros, embora lícitos, corre pena de sufocar a COMUNHÃO DE AMOR.
COMUNHÃO DE AMOR é administrar as cruzes do dia a dia, já que inevitáveis. E com isso o casal vai-se aperfeiçoando, cumprindo a sua missão, se santificando, pedindo perdão a Deus e àqueles a quem ofendemos, permeando com amor todos os segmentos, semeando a paz e retirando as pedras e os espinhos.
COMUNHÃO DE AMOR é cercar de carinho os filhos que brotaram do amor profundo do casal. Os filhos são a herança de Deus para os pais. Uma família que cresce unida, privilegiando os valores espirituais, jamais será vencida pelas forças do mal.
COMUNHÃO DE AMOR é não se cansar de amar e de procurar a paz. Tanto o amor quanto a paz devem ser buscados sem cessar, pois essa é a meta principal: casa-se porque se ama, e quem ama vive em paz.
COMUNHÃO DE AMOR é limpar o caminho, semear flores, abrir janelas, ampliar o horizonte, exercitar a solidariedade e a partilha, orar de manhã, à noite, antes das refeições, estudar a Palavra de Deus e pô-la em prática, ser um servo da caridade inclinando-se à benemerência.
COMUNHÃO DE AMOR é não se atolar no consumismo, no supérfluo, mas empregar o dinheiro em algo sustentável, ou seja, em cultura, saúde, lazer e solidariedade.
COMUNHÃO DE AMOR é amar a todos. Um casal que se ama projeta esse amor nos filhos e na sociedade em geral, especialmente nos pobres. Os filhos vão aprender com os pais os valores sociais e vão saber que é melhor dar do que receber.
COMUNHÃO DE AMOR é ir à casa de Deus todos os domingos e, se possível, engajar-se em uma linha pastoral fazendo o Reino de Deus crescer. É organizar a caridade, aliás, aqui está a solução para os problemas de depressão, já que a pessoa ocupada com a ajuda aos menos favorecidos não tem tempo para se preocupar com os seus próprios problemas.
COMUNHÃO DE AMOR é aceitar que o outro está crescendo mais lentamente. É não se julgar superior, mesmo que as evidências conduzam a isso. Se um cresceu mais que o outro na caminhada da fé, deve, também, crescer na humildade e na caridade.
COMUNHÃO DE AMOR é deixar de comer para beneficiar o outro. É privar-se de algo de que se gosta para agradar ao outro. É não mentir, não insinuar, não fingir, mas ser sincero, transparente.
COMUNHÃO DE AMOR é aceitar as doenças, os vícios do companheiro e dos filhos, confiando a Deus a solução desses problemas, orando sem cessar e agindo com paciência, resignação e compreensão.
COMUNHÃO DE AMOR é trabalhar com eficiência e eficácia, estudar a vida toda, e estar sempre pronto a mostrar aos outros a razão de sua alegria, que outra coisa não é senão a fé em Deus, o amor do casa e o exercício da fraternidade.
COMUNIÃO DE AMOR é administrar os problemas familiares que surgem com o tempo e que talvez sejam oriundos da casa paterna de ambos os cônjuges, de modo que não se turbe a paz do casal, que, com sabedoria, paciência e amor saberá superar essas cruzes.
COMUNHÃO DE AMOR é delatar a palavra vingança e enaltecer a palavra perdão. Os filhos aprenderão com os pais o exercício do perdão ilimitado, bem como aprenderão a não ser consumistas, pródigos, mas econômicos.
COMUNHÃO DE AMOR é atribuir ao outro cônjuge os louros da vitória profissional, visto que isso só foi possível graças ao incentivo e participação do parceiro. Não há competição entre o casal, ao contrário, ganha-se quando o outro se avantaja em conhecimento.
COMUNHÃO DE AMOR é economizar e não se escravizar ao luxo e ao supérfluo, mas saber contentar-se com o necessário. O casal sensato não antecipa etapas e colhe na época certa.
COMUNHÃO DE AMOR é amar mais que ser amado. Aquele que ama não dimensiona o seu amor, simplesmente ama e não exige nada em troca. Agindo assim, o ciúme não entra na pauta do casal.
COMUNHÃO DE AMOR é relevar os vícios um do outro e, juntos, buscar se emendarem, se corrigirem, dando exemplo aos filhos de superação de obstáculos, e jamais ser caminho para os filhos se iniciarem nos maus costumes.
COMUNHÃO DE AMOR é ser escravo do bom humor e da alegria. Nada deve tirar esses predicados do casal. Não vale a pena encolerizar-se, irritar-se e perder a alegria. Portanto, comunhão de amor é vigiar-se e colocar-se numa posição altaneira, de modo que os males destruidores da paz sequer se aproximem de nosso lar. Rezemos “oração da paz”, de São Francisco.
O casamento do casal que vive em COMUNHÃO DE AMOR se guia pelos postulados aqui expostos estará blindado, isto é, pode vir ventos e tempestades, doenças, intrigas, lixo eletrônico, novelas comprometedoras, programas horrorosos de TV e Internet, mas nada disso separará um casal que construiu o seu lar sobre a rocha.
Se na prática poucos casais se encaixam no figurino que estamos propondo, isso não invalida a tese de que a COMUNHÃO DE AMOR é o melhor regime para um casamento feliz. Casar sem amor é suicídio, pois o que tempera o casal é o amor. Amor tonifica o coração, areja a mente, ilumina o semblante e não há como excluí-lo da vida matrimonial.
Assim sendo, tanto o amor parcial como a separação de amor não existem, ou, se existem, tornam infelizes quem lhes abre as portas. Vamos aceitar, de coração e mente abertos, o regime de Comunhão total, absoluta e perene de Amor, já, imediatamente. Repetindo, se o seu casamento, é uma Comunhão Parcial de Amor, ou uma Separação Total de Amor, está na hora de mudar de regime de casamento, adotando na vida o regime da COMUNHÃO TOTAL DE AMOR. Ele dá VIDA!
“O amor jamais acabará” (1Cor 13, 8ª)




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